No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas que o vento não conseguiu levar: um estribilho antigo, um carinho no momento preciso, o folhear de um livro de poemas, o cheiro que tinha um dia o próprio vento... Mario Quintana
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Inverno
Tempo de deixar morrer o que um dia floresceu.
Tempo de trabalho, de remover o que é velho, o que secou.
Tempo de viver do essencial.
Tempo de se ter só o necessário.
Mas também é tempo de plantar.
Preparar a terra e semear.
De novas perspectivas.
De inicio de uma nova contagem.
De inicio de um novo ciclo.
Ele também traz consigo a necessidade de aconchego.
De aquecer-se.
Por dentro e por fora.
De estar com quem se importa.
Vivamos este tempo!
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