quinta-feira, 26 de junho de 2014

Depressão... uma realidade a enfrentar...

Depressão. 

Não tenho muita bagagem do ponto de vista do conhecimento para falar sobre a depressão, pois ainda estou em formação, e qualquer definição minha agora seria por pura precipitação. 

Falo então do ponto de vista da experiência, do que vivi.

Por muitos anos eu e minha família convivemos com a depressão, neste período nem se quer imaginávamos do que se tratava. 
Por falta de conhecimento e de consciência do que estava acontecendo, encarávamos tudo como "personalidade" e ignorávamos todos os sinais.
Meu pai foi um homem muito bem quisto por todos, sempre se mantinha prestativo e disponível a qualquer pessoa que precisasse, a ninguém se negava, era um excelente amigo, cunhado, genro, compadre, tio, mas no íntimo, na intimidade da sua casa, era deprimido. O que ninguém de fora imaginava.
Não estou dizendo isso pra simplesmente exposto-lo, nunca faria com esta intenção, eu o respeito, o amo, e entendo que ele teve seus motivos, teve suas tristezas, suas frustrações, e é muito compreensível ele ter se deprimido. 
Falo porque precisamos nos atentar, prestar atenção em nós e nos que estão a nossa volta, eles podem estar dando sinais que ignoramos, e precisamos acabar com o pré-conceito e encarar a realidade como ela se apresenta.
A depressão, além mortificar a vida em vida, também leva os que estão em volta a ser partícipes do sofrimento, pois entendem a tristeza, agressividade e apatia como falta de afeto, desinteresse e desamor, interpretação muito comum e normal, que desencadeia sofrimento sobre sofrimento.

Te garanto, ignorar não é o caminho mais fácil!!!

Sinto que vou escrever muito mais sobre isso ainda!!!

domingo, 29 de dezembro de 2013

Desafios







A forma com que encaramos os desafios dita quais os caminhos que tomamos e por vezes paralisamos neles nossa caminhada.
O desafio nada mais é do que chegarmos no nosso limite, na fronteira do conhecido. E ter consciência das nossas limitações pode ser desconfortável em dois sentidos: o primeiro é que não sabemos lidar com nossos próprios limites, em nossa cabecinha pensamos que não somos limitados ou não queremos assumir isso ; e o segundo é o medo do que esta por trás desse limite, o desconhecido.
Que somos limitados, acho que nem preciso dizer nada pra expor essa verdade.
Quanto ao medo do desconhecido acredito que vamos levantando uma serie de pensamentos, na sua maioria negativos, sobre o porvir e exaltamos nossa atual situação pra não enfrentarmos o próximo passo (justificativas). E não muito raramente nessas, situação onde o conforto fala mais alto, vamos dando passos para nos afastarmos da situação conflitante, embarcados na justificação do porque não prosseguir.
Mas os desafios exigem um pouco mais de nós, eles em sua essência deveriam ser visto como algo surpreendente, uma oportunidade de transpormos nossas barreiras, algo que nos proporcione superação, um passo a diante. Algo que realmente é desconfortável até que seja transposto. Precisamos ver que os desafios trazem em si mais benefícios do que perigos, embora hajam desgastes, quando transposto, ele nos trás o novo, a nova forma de ver as coisas, a novidade do que não conhecemos em nós e abre-se um novo caminho, de novas oportunidades a nossa frente.
Logo existe a necessidade de alinharmos a forma que o vamos ver. Ele é necessário para crescermos, pra caminharmos, pra amadurecermos. Sem eles a vida seria uma estagnação tediosa.
Eu, particularmente acredito, que encarar nossa realidade, nossa intimidade, o autoconhecimento, seja um dos maiores desafios. Por vezes somos surpreendidos com o que encontramos e por vezes preferimos ignorar o que realmente somos. Porem, nunca haverá transformação sem contato com a nossa realidade. Onde cabe a frase "sejamos a mudança que quereremos ver" este desafio é um dos mais necessários .
Então Coragem...
O que pode dar essa sensaçãozinha de medo pode ser mais libertador do que se imagina...

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Pai... te reconheço em todos os meus caminhos...
Em tudo tens me ensinado e ensina-me a viver cada dia mais...
O que são os problemas da vida? Sejam grandes ou pequenos você está sobre todos eles...
O que são as alegrias? Se não sua manifestação.
Não há nada que não me ensine, não há nada que não te revele...
Sinto na dor de uma frustração a correção necessária pra prosseguir...
Vejo em cada perda sua mão a mostrar que as coisas passam e só Você não...
Cada dia, cada situação, cada pessoa, tudo, absolutamente tudo, é Você...
Que me conduz, me assiste, me ensina....
Receba paizinho minha gratidão e devoção...





Inverno

Tempo de deixar morrer o que um dia floresceu.
Tempo de trabalho, de remover o que é velho, o que secou.
Tempo de viver do essencial.
Tempo de se ter só o necessário.
Mas também é tempo de plantar.
Preparar a terra e semear.
De novas perspectivas.
De inicio de uma nova contagem.
De inicio de um novo ciclo.
Ele também traz consigo a necessidade de aconchego.
De aquecer-se.
Por dentro e por fora.
De estar com quem se importa.

Vivamos este tempo!



Não saber ouvir...
O mal do ser humano...

Já ouvi várias vezes este versículo ser citado como se Deus tocasse a flauta e não dançássemos ou tocasse o lamento e não chorássemos, mas observem: "CLAMAM UNS AOS OUTROS". Ou seja, ninguém ouvia ninguém.

Todos temos o que falar, mas como meninos, nos mostramos indispostos a ouvir.
Esse é um mal que vivemos até os dias de hoje.

São semelhantes aos meninos que, assentados nas praças, clamam uns aos outros, e dizem: Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamo-vos lamentações, e não chorastes.
Lucas 7:32

Mas, a quem assemelharei esta geração? É semelhante aos meninos que se assentam nas praças, e clamam aos seus companheiros,
E dizem: Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamo-vos lamentações, e não chorastes.
Mateus 11:16-17

QUEM TEM OUVIDOS PARA OUVIR, OUÇA
Mateus 11:15
Não se compare!!!

Quando você não compara, toda a inferioridade
e superioridade desaparecem.
Você é o que é e simplesmente existe. Um pequeno arbusto
ou uma grande e alta árvore, não importa, você é você mesmo.
Uma folhinha da relva é tão necessária quanto a maior das estrelas.
O canto de um pássaro é tão necessário quanto qualquer Buda,
pois o mundo será menos rico se este canto desaparecer.
Simplesmente olhe à sua volta.
Tudo é necessário e tudo se encaixa.
É uma unidade orgânica, ninguém é mais alto ou mais baixo,
ninguém é superior ou inferior.
Cada um é incomparavelmente único.
Você é necessário e basta.
Na Natureza, tamanho não é diferença.
Tudo é expressão igual de vida.
Professor Galvão


Eu cá com meus Botões

Milhões de vezes ouvi citações de 1 João 4 “O verdadeiro amor lança fora todo medo”, definitivamente é um clássico.E na maioria das vezes que ouvi ela se referia ao amor de Deus por nós, já ouvi que se ...temos medo não nos sentimos amados por Deus, pois “o verdadeiro amor lança fora todo medo”. Já ouvi pessoas sendo gratas porque “o verdadeiro amor lança fora todo medo” agradecendo pela ausência de medo nelas mesmas. E todas são válidas, não vim critica-las, não há nada de errado com elas. Mas um dia escutei isso mais uma vez e fui direto para o capitulo. Achei muito interessante.

Se repararmos em todo o capitulo, o autor parece fazer comparações entre o espírito do erro e o espírito da verdade.
Isso é explícito no primeiro versículo que a intenção do autor é alertar nesta direção,“Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.” A partir do verso 7 ele começa a dar testemunho do espírito da verdade que vem de Deus. “Todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus, aquele que não ama não conhece a Deus porque Deus é amor”

Pra mim os versículos mais lindos deste capítulo são os 11, 12 e 13 (leiam depois), mas não os leiam esquecendo o contexto, estes versículos tem um valor enorme, mas é uma injustiça retira-los da intenção do autor.

Percebe-se nesta intenção de alerta, que o autor não perde muito tempo falando do espírito do erro, até porque é mais importante dar testemunho do espírito da verdade do que falar do seu oposto. Mas entende-se facilmente que todo o contrário ao espírito da verdade vem do espírito do erro.

Percebo que em todo o capitulo ele vem nos dando um termômetro, algo que nos o oriente no exercício do primeiro versículo do capitulo que citei acima. E não se enganem, este termômetro é primeiro para nós mesmo, pois são instuções diretas aos que entendem estar buscando o espírito da verdade, ele não esta falando só dos outros.
Mais do que a referência de nos sentirmos amados (que é extremamente válido no texto), a intenção central do autor é chamar atenção para a forma com que nós estamos para o outro.

Se somos promotores do medo (temor) e da punição, CUIDADO, é provável que estejamos agindo debaixo da influência do espírito do erro. (Dizendo isso, lembro-me muito da citação que diz que Ele pesa o espírito.) E os que fizerem assim tambem estarão.
Percebendo estes pontos, entendo que, o verdadeiro amor lança fora todo medo, se amamos com Ele nos amou deveríamos estar lançando fora todo o medo dos que dizemos amar.

Deus é amor, isso é o Espírito de Deus, isso é o espírito da verdade, e a verdade liberta, não oprime, não aprisiona ou intimida, o amor liberta, cura, ele realmente lança fora todo medo, porque o amor incondicional libera o ser amado para ser quem ele é. Ele mesmo!

O amor condicional/condicionado (melhor seria se nem fosse chamado assim, amor) é um promotor do medo, o medo da não aceitação, o medo da rejeição, incentiva as mascaras e as falsidades! Assim defino! O amor condicional é o espírito do erro. Porque é falso! É negar ao outro o que vc recebeu, é participar do inicio (o amor de Deus) e mudar o meio (amar o próximo), e como chegaremos ao final? É mudar a rota, errar o alvo. É engano!

Não basta amar a Deus, ou melhor não adianta achar que está amando a Deus pois “Que não ama seu irmão ao qual viu, não pode amar a Deus, a quem não viu!”

Pra mim a intenção do autor é colocar um parâmetro de identificação para um espírito de erro e o que vem de Deus.
É um excelente material para analisar, primeiro, a nós mesmo e depois o que temos escutado e acreditado como verdade!
Podemos estar sob a influência do espírito do erro!