
Estive pensando a alguns dias, porque ainda somos tão balançados com circunstâncias ou pessoas, porque ainda insistimos ou desistimos de algo, não por causa de nós ou das nossas convicções, mas pelas expectativas de outras pessoas sobre nossas vidas, sobre o fardo da necessidade de aceitação que carregamos, e fiquei pensando na pessoa de Jesus em relação a isto.
Quando observo a vida de Cristo nesta terra, fico muito impressionada.
Cristo sabia lhe dar com qualquer tipo de pessoa, não conhecia as pessoas pelo exterior, e não via como os outros viam. Ele via o interior das pessoas, via a arrogância dos fariseus, a incredulidade e imaturidade dos seus discípulos, via a necessidade e a expectativa da multidão, enfim, via o coração das pessoas. O que O fez extremamente assertivo em todas as suas colocações, era agressivo frente a arrogância, confrontava as más intenções, era acolhedor na rejeição e acessível a qualquer coração contrito.
Mas o que tenho pensado muito nestes dias era a posição dele, a pessoa que ele foi, a postura dele em relação a tudo que O cercava. Cristo esteve em sua caminhada com todo o tipo de pessoas e soube lhe dar com cada uma delas sem se perder, sem perder quem Ele era. Acredito que isso não se deu da noite pro dia, acredito que Cristo passou pelo processo de se conhecer em Deus, e alinhar de quem ouvir.
Fico pensando, as opiniões a nossa volta às vezes tem mais valor do que os que temos no coração, e eu me pergunto, que sentimento é este, a não ser o sentimento de ter que corresponder as “expectativas dos outros”, e porque a expectativas dos outros viram tão facilmente a nossa expectativa mesmo sem percebermos. Porque às vezes vamos contra o que acreditamos por ouvir pessoas que “respeitamos” dizerem o contrário
Quando observo a vida de Cristo nesta terra, fico muito impressionada.
Cristo sabia lhe dar com qualquer tipo de pessoa, não conhecia as pessoas pelo exterior, e não via como os outros viam. Ele via o interior das pessoas, via a arrogância dos fariseus, a incredulidade e imaturidade dos seus discípulos, via a necessidade e a expectativa da multidão, enfim, via o coração das pessoas. O que O fez extremamente assertivo em todas as suas colocações, era agressivo frente a arrogância, confrontava as más intenções, era acolhedor na rejeição e acessível a qualquer coração contrito.
Mas o que tenho pensado muito nestes dias era a posição dele, a pessoa que ele foi, a postura dele em relação a tudo que O cercava. Cristo esteve em sua caminhada com todo o tipo de pessoas e soube lhe dar com cada uma delas sem se perder, sem perder quem Ele era. Acredito que isso não se deu da noite pro dia, acredito que Cristo passou pelo processo de se conhecer em Deus, e alinhar de quem ouvir.
Fico pensando, as opiniões a nossa volta às vezes tem mais valor do que os que temos no coração, e eu me pergunto, que sentimento é este, a não ser o sentimento de ter que corresponder as “expectativas dos outros”, e porque a expectativas dos outros viram tão facilmente a nossa expectativa mesmo sem percebermos. Porque às vezes vamos contra o que acreditamos por ouvir pessoas que “respeitamos” dizerem o contrário
Não que não temos que ouvir ninguém, o contrário disto, precisamos aprender a ouvir sempre, mas também precisamos ponderar sempre o que ouvimos, porque nunca haverá alguém que seja certo em tudo, ter esta expectativa dos outro é idolatria (rsrs eu penso). Penso que a fase de escutar e tomar tudo como verdade absoluta já tinha que ter passado, precisamos ter claro que estamos todos a procura da verdade que ainda não temos, não temos a verdade a respeito de Reino de Deus, não temos a verdade a respeito dos outros e às vezes nem de nós mesmos.
Reconheço que já caminhamos, mas todos concordam que ainda não chegamos, precisamos avançar muito ainda e eu acredito ser fundamental neste avanço o ouvir, ponderar, considerar cada palavra, não só de uma parte, mas o ouvir mútuo, de todos, e dentro disto considerar o que Deus tem falado para o individuo, o que cada um tem no coração, pois cada um é parte do Todo. Não podemos ser, mais uma vez, a geração que vai porque disseram pra ir, mas uma geração que vai por amor onde o Pai está indo.
Precisamos ter maturidade de discordar sobre assuntos e ainda assim não deixar de estar juntos. Precisamos parar de perder pessoas para ganhar a disputas de certezas, certezas estas que repito não temos, a não ser a certeza de que é Ele quem Governa sobre todos nós. Entender que todos nós estamos em um processo de crescimento, mesmo que existam fazes diferentes e que sempre um vai ter algo a acrescentar ao outro, porque essa é a multiformidade do Corpo, sempre vamos precisar do que não temos em nós e é exatamente o que o outro carrega. Isso não é fantástico??? Rsrsrs
Ouvir mais, palpitar menos.
Existe uma diferença, de quem te conhece e conhece sua historia te dizer algo, e alguém que mal sabe quem você é te aconselhar. Aconselhamento requer conhecimento, não exterior, de aparecia (Cristo sempre combateu isso), mas o coração, lugares íntimos e ainda assim um aconselhamento nunca deve ser tomado como uma verdade fatalista.
Eu particularmente tenho muito temor em dizer o que alguém tem ou não que fazer quando me é perguntado, prefiro ouvir da pessoa o que ela pensa e então expor meu ponto de vista, que pode ser proveitoso ou não. Isso a pessoa avalia.
Sempre, sempre pensei que relacionamento com Deus e o tratamento de Deus para com as pessoas é algo muito pessoal, e é muito delicado colocar seu ponto de vista como uma certeza. Dizer o que é certo ou errado pra vida de alguém é muito complicado. Principalmente quando não se sabe nem de que se está falando.
Quando penso em Cristo, ele fez tudo sem impor nada a ninguém, ele conduzia as pessoas a se moverem por amor, não pela razão. Porque os da razão eram os fariseus. Se não conduzimos as pessoas pelo amor e sim por argumentos será que é isso mesmo??? Ter razão não é muito difícil, difícil é abrir mão da razão na confiança de que quem Governa é Deus e Ele vai fazer coisa que podemos não entender. Principalmente na vida dos outros.
Cristo conduzia as pessoas a se relacionarem com Deus e com ele. Por meio dele.
Estou colocando este assunto por questões próprias mesmo, a minha volta existem muitas pessoas querendo me dizer o que fazer, o certo ou o errado, mas pouquíssimos param pra me ouvir. Sempre temos muito que falar, ouvir tem sido uma tarefa muito difícil e há pouquíssima disponibilidade. Acredito que esta é nossa principal falha, um buraco que ainda não tapamos. Se não tivermos bases solidas não haverá uma boa sustentação. E a base, creio eu, é o relacionamento com Deus e com o próximo.
AMAR é se relacionar.
Estou colocando este assunto por questões próprias mesmo, a minha volta existem muitas pessoas querendo me dizer o que fazer, o certo ou o errado, mas pouquíssimos param pra me ouvir. Sempre temos muito que falar, ouvir tem sido uma tarefa muito difícil e há pouquíssima disponibilidade. Acredito que esta é nossa principal falha, um buraco que ainda não tapamos. Se não tivermos bases solidas não haverá uma boa sustentação. E a base, creio eu, é o relacionamento com Deus e com o próximo.
AMAR é se relacionar.