
É uma vez, uma mulher que queria muito se casar, e ela já estava aparentemente pronta para esta ocasião, já era adulta e possuía uma certa sabedoria e experiência de vida, mas uma coisa muito importante ainda lhe faltava...
Ela já se considerava uma noiva, e de fato até já tinha sido apresentada a um amor, este momento foi extasiante, Ele imediatamente disse sim, disse que era tudo que Ele mais esperava, que viveu e morreu por este momento, e os dois se apaixonaram.
O amor deles era contagiante, e não havia quem não lhes observasse tamanha a felicidade e expressão de amor que possuíam, tudo em redor era tocado por esse amor...
Depois de um tempo eles começaram a partilhar um mesmo sonho, e sonhavam juntos os preparativos de um casamento, estavam empolgados e não queriam nada mais do que isso...
Hoje esta historia ainda é.
Esta noiva ainda está distraída à espera do noivo que ela nem se deu conta que perdeu e de que forma perdeu, ela ainda acha que o tem, mas está um tanto distante dele...
Mas essa historia não acaba assim...
Há quem diga que um “cupido” pode ajudá-la, eu já prefiro acreditar que esta é uma função, uma missão, para os amigos do noivo, amigos que os conheçam, que os reapresentem, que despertem novamente essa paixão adormecida, até que ela então possa voltar os olhos pro amado de novo, voltar a brilhar nela a paixão e saudade dele, largando suas distrações, reconhecendo que isso de nada tem valor, que nada mais importa a não ser estar com ele, e reconhecer que o lugar que é dele nada pode ocupar...
Vamos amigos... temos que fazer alguma coisa... esse romance não pode ficar assim...
Depois de um tempo eles começaram a partilhar um mesmo sonho, e sonhavam juntos os preparativos de um casamento, estavam empolgados e não queriam nada mais do que isso...
Ela então, mergulhou nos preparativos deste casamento, enfeites e adereços para a cerimônia, só que quanto mais ela tomava seu tempo com os arranjos menos tempo sobrava para os dois.
Ela foi se vendo no espelho, vendo o quão bonita ela ficava na medida que se adornava, e passou a exagerar... perdeu toda a noção do que era belo e do que era ridículo... tamanha foi sua distorção que nem se deu conta que tinha chegado ao ponto de deixar de ver o seu noivo por causa da sua vaidade, ela não tinha mais tempo pra ficar com Ele, estava sempre cheia de compromissos e horários marcados, e o relacionamento passou a ser algo secundário, sem tanta importância, estava muito ocupada com sigo mesma...
E os dois foram só se distanciando, cada vez mais, e não por falta de amor vindo do noivo, porque o amor dele ainda ardia como no início, e desde sempre, mas ele não podia obrigar sua amada a lhe corresponder, isso tinha que ser espontâneo, tinha que vir do coração dela, mas cada vez mais ela ia se perdendo nas púrpuras e enfeites...
Ela se preocupava cada dia mais com sua aparência, e pelo que viveu, se sentia na obrigação de provar a todo mundo que estava bem, mesmo já estando um tanto cansada da sua rotina, mesmo tendo dentro de si algo sinalizando que nada estava bem, mas para sobreviver na mesma situação, ela continuamente abafava este sentimento, e como um belo exemplar feminino, o espírito de competição e autoafirmação ia tomando seu coração e ela se perdia nestes sentimentos...
Quem olhava não entendia porque esta mulher ainda estava sozinha, porque ela ainda não tinha se casado já que sempre quis e se preparou pra isso.
Quem olhava não entendia porque esta mulher ainda estava sozinha, porque ela ainda não tinha se casado já que sempre quis e se preparou pra isso.
Mas não viam que embora pronta ela não parecia completa, o brilho dos seus olhos já não existia, sua essência estava apagada, e só quem parava pra olhar seu coração conseguia ver esta realidade, porque de tudo que adquiria nada encobria a ausência do principal, o noivo.
Hoje esta historia ainda é.
Esta noiva ainda está distraída à espera do noivo que ela nem se deu conta que perdeu e de que forma perdeu, ela ainda acha que o tem, mas está um tanto distante dele...
Mas essa historia não acaba assim...
Há quem diga que um “cupido” pode ajudá-la, eu já prefiro acreditar que esta é uma função, uma missão, para os amigos do noivo, amigos que os conheçam, que os reapresentem, que despertem novamente essa paixão adormecida, até que ela então possa voltar os olhos pro amado de novo, voltar a brilhar nela a paixão e saudade dele, largando suas distrações, reconhecendo que isso de nada tem valor, que nada mais importa a não ser estar com ele, e reconhecer que o lugar que é dele nada pode ocupar...
Vamos amigos... temos que fazer alguma coisa... esse romance não pode ficar assim...
Ele... já disse sim na eternidade.